Banner Botão Coluna Banner Botão Coluna Banner Botão Coluna Banner Botão Coluna

Piripiri terá seu Parque Empresarial com investimentos na ordem de 13,5 mi na 1ª etapa

A cidade de Piripiri está avançando na execução de um projeto significativo para o desenvolvimento local com a construção de um parque empresarial. O objetivo é fortalecer a infraestrutura econômica da região, utilizando sua localização estratégica de um ponto crucial que liga a capital Teresina ao litoral do estado. Esse parque empresarial irá promover investimentos e proporcionar um impulso econômico ao município, favorecendo o desenvolvimento de pequenas e médias empresas, além de criar novas oportunidades de emprego.

Um parque empresarial é uma área que reúne vários edifícios de escritórios e comércio, e que se caracteriza por ser um agrupamento de atividades terciárias.
 
Um parque empresarial é uma área que reúne vários edifícios de escritórios e comércio, e que se caracteriza por ser um agrupamento de atividades terciárias.
São importantes para o desenvolvimento industrial e sustentável de um país. Eles podem oferecer uma série de vantagens para as empresas, como:
Infraestrutura
Os parques industriais oferecem uma infraestrutura completa, com áreas de armazenamento, divisão estratégica de setores e serviços como transporte interno, limpeza, coleta de lixo e acesso à internet.
Mão de obra
Os parques empresariais podem oferecer mão de obra especializada local.
Colaboração
A concentração de vários departamentos em um mesmo local pode promover a colaboração entre os funcionários, o que pode aumentar a eficiência produtiva e a inovação.
Sustentabilidade
Os parques empresariais são áreas que cooperam com o meio ambiente e a comunidade local, reduzindo a poluição e incentivando práticas sustentáveis.

Em 2023, a produção de peixes no Piauí aumentou 21%, atingindo 12,7 mil toneladas

A produção de peixes no Piauí em 2023 atingiu 12.698,3 toneladas, um crescimento de 2.208,4  toneladas (+21%) em relação ao registrado em 2022, quando foram produzidas 10.489,9 toneladas. As  criações de tilápia, tambacu e tambatinga foram as principais responsáveis pelo aumento da produção  de peixes no estado em 2023. A produção de tilápia atingiu 6.815,8 toneladas, com um aumento de  2.126,9 toneladas (+45,35%) em relação ao ano anterior, enquanto a produção de tambacu e tabatinga  juntas atingiu 1.654,8 toneladas, com um aumento de 805 toneladas a mais (+94,64%) em relação ao  ano anterior. 

A criação de quatro espécies de peixe é responsável por 97,64% do total da produção de peixes  no Piauí, são elas: Tilápia (53,67%), tambaqui (30,94%), e tambacu / tambatinga (13,03%).

O município de Guadalupe é o principal produtor de peixes no Piauí, com um total de 5.226,8  toneladas, o que representa 41,16% do total da produção de peixes do estado. Na sequência vem  Nazária, com 732,1 toneladas (5,77%); Palmeirais, com 547,2 toneladas (4,31%); José de Freitas, com  408,0 toneladas (3,21%); e Parnaíba, com 372,0 toneladas (2,93%).  

O valor da produção total de peixes no Piauí em 2023 alcançou R$ 144,07 milhões, com um  aumento de cerca de R$ 24,3 milhões (+20,37%) em relação ao ano anterior, quando havia registrado  um valor total de R$ 119,69 milhões. O valor total da produção do município de Guadalupe, maior  produtor do estado, alcançou R$ 47,8 milhões, com um aumento de R$ 14,6 milhões em relação ao ano  anterior, quando havia registrado uma produção de R$ 33,1 milhões. 

No Brasil, a produção total de peixes atingiu 656.928 toneladas, com um valor de produção da  ordem de R$ 7,1 bilhões. Entre os estados, a maior produção foi a do Paraná, com 172.104 toneladas,  o que representava 26,19% do total da produção brasileira. Na sequência vem os estados de São  Paulo, com 60.744 toneladas (9,24%); e Rondônia, com 51.329 toneladas (7,8%). O Piauí, com sua  produção de peixes de 12.698,3 toneladas, representava 1,93% do total da produção nacional,  colocando o estado na 15ª. colocação.

Fonte:180graus

Valor da produção agrícola do Piauí saiu de R$ 2,6 bilhões para quase R$ 13 bilhões em 8 anos

O valor da produção agrícola no Piauí cresceu 384% no acumulado dos últimos oito anos, é o que revela a Pesquisa Agrícola Municipal (PAM) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta quinta-feira (12). 

Apesar de uma leve queda de 0,7% em 2023 após três anos seguidos de valores recordes, o estudo mostra que a produção agrícola piauiense saltou de R$ 2,6 bilhões em 2015 para um montante de quase R$ 13 bilhões no ano passado.

Para a realização do levantamento, o IBGE considera diversas variáveis, como a área plantada/colhida, produção obtida e rendimento da colheita, das lavouras temporárias e permanentes. A partir disso, o órgão apontou os principais produtos agrícolas no estado.

Mesmo com uma queda de R$ 525, a soja continua com a maior participação relativa no valor total da produção agrícola do estado, cerca de 62%, seguido pelo milho, que registrou um aumento de R$ 271 milhões, quase 27%.

Na sequência de produtos com maior participação no valor total da produção agrícola piauiense temos a mandioca, com 2,44%; a cana-de-açúcar, com 1,69%; o feijão, com 1,55%; o arroz, com 1,13%; o algodão herbáceo, com 1,03%; a banana, com 0,72%; o melão, com 0,68%, e a melancia, com 0,53%.

Os dados ainda apontam que o Piauí representa a segunda maior participação, entre os estados do Nordeste, nos R$ 814 bilhões da produção agrícola nacional. Atrás apenas da bahia, com 5,4% do total, o Piauí aparece com 1,5%, ultrapassando os 1,4% do Maranhão.

Em 2023, seis municípios piauienses concentram mais de 72% do valor da produção agrícola do estado. Baixa Grande do Ribeiro lidera o ranking com R$ 3,2 bilhões, representando sozinho um quarto do total, seguido por Uruçuí com R$ 2,4 bilhões, quase 19% do total.

Principais produtores estaduais, Baixa Grande do Ribeiro e Uruçuí aparecem, respectivamente, em 22 e 38 posição na lista dos municípios com os maiores valores de produção agrícola do país, encabeçada por Sorriso, no Mato Grosso, com R$ 8,3 bilhões.

 

Fonte:cidadeverde

 

Caixa começa a pagar Bolsa Família de setembro

A Caixa Econômica Federal começa a pagar a parcela de setembro do novo Bolsa Família. Recebem nesta terça-feira (17) os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 1.

Foto:CNN Brasil

Os beneficiários do Rio Grande do Sul recebem o pagamento hoje, independentemente do NIS. O pagamento unificado beneficiará cerca de 620 mil moradores do estado. Moradores de municípios em situação de emergência ou estado de calamidade pública em outros estados também receberão o Bolsa Família nesta terça, independentemente do NIS.

O valor mínimo corresponde a R$ 600. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Além do benefício integral, cerca de 2,6 milhões de famílias estão na regra de proteção em setembro. Em vigor desde setembro do ano passado, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.

A partir deste ano, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família. O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Auxílio Gás

Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias inscritas no CadÚnico. Como o benefício só é concedido a cada dois meses, o pagamento voltará em outubro.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Fonte:180graus

Subcategorias



Banner Botão Coluna Banner Botão Coluna Banner Botão Coluna Banner Botão Coluna