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Pix terá novas regras para prevenir fraudes a partir de 1º de novembro

O Pix passará por mudanças a partir de 1º de novembro, com objetivo de combater fraudes e golpes, de acordo com o Banco Central (BC).

Uma das principais mudanças será o limite de R$ 200 por transação para dispositivos não cadastrados pelos clientes dos bancos. Por dia, nesses casos, poderão ser transferidos até R$1.000.

A exigência de cadastro se aplica apenas para dispositivos que nunca tenham sido utilizados para realizar um Pix por aquele usuário em específico.

O objetivo é dificultar o tipo de fraude em que o agente malicioso consegue, por meio de roubo ou de engenharia social, as credenciais, como login e senha dos clientes.

Começando em novembro, as instituições financeiras deverão implementar soluções para processos de registro, exclusão, alteração, portabilidade e reivindicação de posse das chaves Pix, além dos processos de entrada e saída de recursos nas contas.

Confira as novas regras do Pix, que passarão a valer em 1º de novembro

  • Bancos deverão ter soluções de gerenciamento de risco de fraude e que seja capaz de identificar transações Pix atípicas ou não compatíveis com o perfil do cliente;
  • Canal eletrônico de acesso amplo aos clientes, informações sobre os cuidados que devem ser tomados para evitar fraudes;
  • Verificação no mínimo semestral com seus clientes possuem marcações de fraude na base de dados do BC. A autarquia espera que medidas como uso do limite diferenciado de tempo para autorizar transações iniciadas por eles e do bloqueio cautelar para as transações recebidas.

 

Fonte:RevistaAZ

 

Veja o calendário de pagamentos do Bolsa Família em outubro de 2024

O pagamento do Bolsa Família referente ao mês de outubro de 2024 começa no dia 18 e segue até o dia 31, de forma escalonada, de acordo com o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) dos beneficiários. O programa, que atende milhões de famílias em situação de vulnerabilidade, é uma das principais ferramentas do governo federal para o combate à pobreza no Brasil.

Calendário de pagamentos

Os repasses de outubro serão realizados em dias úteis, com base no último dígito do NIS de cada beneficiário. Confira as datas:

  • NIS final 1: 18 de outubro
  • NIS final 2: 21 de outubro
  • NIS final 3: 22 de outubro
  • NIS final 4: 23 de outubro
  • NIS final 5: 24 de outubro
  • NIS final 6: 25 de outubro
  • NIS final 7: 28 de outubro
  • NIS final 8: 29 de outubro
  • NIS final 9: 30 de outubro
  • NIS final 0: 31 de outubro

Em caso de calamidade pública, como em municípios do Rio Grande do Sul, o pagamento pode ser antecipado. Segundo a Caixa Econômica Federal, 658 mil famílias nessa situação receberão seus benefícios de forma unificada no primeiro dia do cronograma.

Quem tem direito ao Bolsa Família?

Para ter direito ao benefício, a renda familiar per capita deve ser de até R$ 218 por mês. A inclusão no programa não é automática após o cadastro no CadÚnico. Mensalmente, o governo federal identifica as famílias elegíveis com base nos critérios estabelecidos.

Valores do benefício

Cada núcleo familiar tem direito a um benefício mínimo de R$ 600. Além disso, existem adicionais concedidos de acordo com o perfil dos integrantes da família:

  • R$ 150 para crianças de até seis anos;
  • R$ 50 para gestantes, crianças entre 7 e 12 anos incompletos e adolescentes de até 18 anos incompletos.

Se a soma dos valores base não atingir o mínimo de R$ 600, o Benefício Complementar é adicionado para garantir o valor estabelecido pelo programa.

 

Como consultar o benefício

Os beneficiários podem acompanhar os valores e datas de pagamento do Bolsa Família pela internet, através do site da Caixa Econômica Federal ou pelo aplicativo Bolsa Família, disponível para Android e iOS. A consulta pode ser feita com o CPF ou NIS do responsável familiar.

O programa segue como uma das principais iniciativas de distribuição de renda no Brasil, tendo alcançado mais de 20,7 milhões de famílias em setembro de 2024, com o valor médio de R$ 684,27 por benefício.

 

Fonte:RevistaAZ

Declarações do Imposto de Renda na malha fina chegam a 1,47 milhão

Quase 1,5 milhão de contribuintes caíram na malha fina do Imposto de Renda neste ano, informou a Receita Federal. Um total de 1.474.527 declarações foram retidas. O número equivale a 3,2% das 45.481.689 declarações do exercício de 2024, enviadas de março a setembro.

Do total de declarações retidas, 1.047.503 têm imposto a restituir, representando 71% do total incluído na malha fina. Outras 394.679 (27%) têm imposto a pagar e 32.345 (2%) estão com saldo zero (nem a pagar nem a restituir).

Segundo a Receita, problemas de dedução foram o principal motivo para as declarações serem retidas, com 57,4% dos casos. Somente erros ou omissões com gastos médicos responderam por 51,6% do total de motivos para retenção. Outras despesas com problemas de dedução, segundo o Fisco, são contribuições para a previdência oficial ou previdência privada e pagamento de pensão alimentícia.

Em segundo lugar, com 27,8%, está a omissão de rendimentos. Entre os rendimentos não informados, estão salários, ações judiciais e rendimento de aluguel.

Divergências entre os valores de Imposto de Renda retidos na fonte e declarados pela pessoa física representam 9,4% das retenções. Outros 2,7% estão relacionados a deduções ligadas a doações a fundos de apoio à criança, ao adolescente e ao idoso e a projetos de incentivo ao esporte e à cultura porque as doações foram feitas no mesmo ano de entrega da declaração, só podendo ser deduzidas no próximo ano.

Foto:Divulgação

A Receita registrou ainda 1,6% de declarações retidas por diferenças entre as informações dadas pelo contribuinte e as fornecidas pelos pagadores de rendimentos recebidos acumuladamente. Também há 1,1% de retenções por causa da diferença entre valores de pagamentos de carnê-leão e imposto complementar informados e os montantes registrados na base de dados do Fisco.

Retificação

A Receita começou a enviar correspondências para contribuintes com declarações na malha fina. O objetivo é avisar que, em caso de erro na declaração apresentada, este é o momento para autorregularizar a situação.

A Receita aconselha os contribuintes incluídos na malha fina a conferir o extrato, para verificar a pendência, e retificar a declaração. O extrato pode ser conferido no Centro de Atendimento Virtual (e-CAC) da Receita Federal. Para ter acesso ao site, o contribuinte deve informar ou o certificado digital (se tiver um), ou o login no Portal Gov.br ou digitar número do CPF/CNPJ, o código de acesso e a senha.

Ao entrar no e-CAC, o contribuinte deve clicar no link “Meu Imposto de Renda”, no lado esquerdo da tela. Em seguida, aparece uma linha do tempo com as últimas declarações entregues. Basta verificar a declaração de 2024 para conferir se o documento caiu na malha fina e o motivo da pendência.

O contribuinte tem então três opções para resolver o problema. Uma delas é fazer a correção por meio de uma declaração retificadora, sem multa ou penalidade. A declaração será processada e voltará para a fila de restituições, sendo paga no lote residual seguinte.

Caso o contribuinte seja intimado ou notificado pela Receita Federal, não será mais possível retificar a declaração. Nesse caso, é possível apresentar, de forma virtual, todos os comprovantes e documentos que atestam os valores declarados e apontados como pendência.

O Processo Digital para a Malha Fiscal deve ser aberto no site do e-CAC. Basta o contribuinte entrar no espaço “Onde encontro” e consultar o campo “Malha Fiscal – Atendimento”. Caso não queira enviar os documentos com antecedência, o contribuinte pode aguardar comunicado da Receita com o detalhamento dos documentos que precisam ser apresentados e um prazo de entrega.

 

Fonte:Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil

 

Piauí atinge saldo positivo com mais de 2 mil vagas de emprego gerados em agosto

O estado do Piauí registrou saldo positivo de 2.065 postos de trabalho com carteira assinada em agosto de 2024. Foram contabilizadas 13.368 novas admissões contra 11.303 demissões no período. As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgadas na última sexta-feira (27), pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O setor do Comércio ultrapassou o de Serviços e agora apresenta o maior número de vagas de trabalho no mês de agosto, responsável por 817 novas vagas. Em seguida, destacam-se Serviços, com 792 novos postos, a Indústria com 279 e Construção com 203 novas vagas de emprego preenchidas.

Entre os municípios piauienses, Teresina lidera entre os municípios com maior crescimento, com 1.189 vagas de trabalho, seguida de Picos com 164, Ribeiro Gonçalves com 157, Floriano com 103 e Campo Maior com 80 novos empregos.

Perfil dos empregados

A maioria das novas vagas foi ocupada por homens, que preencheram 1.335 novas vagas, enquanto as mulheres ocuparam 730. O grupo etário que mais se destacou foi o de jovens entre 18 e 24 anos, que somaram 1.347 novas vagas. O grau de escolaridade que mais se destacou foi o ensino médio completo, com 1.352 vagas ocupadas.

 

 

Fonte:RevistaAZ

Piauí tem seis municípios entre maiores produtores de pó de carnaúba do Brasil

Dados da da pesquisa da Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura - PEVS 2023, divulgados hoje pelo IBGE, apontam que o Piauí tem seis municípios entre os 10 maiores produtores de pó de carnaúba do Brasil. O estado é o maior produtor, mas teve redução de 35% em comparação com a pesquisa de 2007.

Os municípios de Nossa Senhora de Nazaré, Campo Maior e Piracuruca são os maiores produtores do Piauí e, respectivamente, o quinto, sexto e sétimo no Brasil. Os cinco primeiros colocados são do estado do Ceará, com o município de Granja sendo o maior do Brasil.

Em 2007, a extração do pó de carnaúba no Piauí apresentou seu recorde de produção na série histórica, com 13.359 toneladas, onde o estado detinha 69,31% de toda a produção nacional. Dezessete anos depois, em 2023, a produção de pó de carnaúba caiu para 8.684 toneladas, uma redução de 4.675 toneladas, o equivalente a uma queda de 35% no total da produção no período. Com a redução da produção, a participação do estado em relação ao total produzido no país caiu para 55,5% em 2023.

A pesquisa também aponta informações referentes à quantidade e ao valor da produção decorrentes dos processos de exploração de florestas plantadas para fins comerciais (silvicultura), bem como da exploração dos recursos vegetais naturais (extrativismo vegetal). Também são apresentadas informações sobre as áreas ocupadas pelos efetivos da silvicultura. A PEVS constitui, dessa forma, a principal fonte de estatísticas sobre o acompanhamento sistemático da exploração dos recursos florestais em todo o território nacional.

De 2007 a 2023, a produção brasileira de pó de carnaúba também registrou uma queda, passando de 19.273 toneladas em 2007, para 15.936 toneladas em 2023, queda de 17,31% no período. O estado com a segunda maior produção de pó de carnaúba em 2023 foi o Ceará, com 6.519 toneladas, apresentando, contudo, um crescimento de 21% em relação à sua produção no ano de 2007, quando havia registrado 5.390 toneladas.

Com esse aumento observado na produção do Ceará nos últimos 17 anos, sua participação em relação à produção total do país subiu de 27,96% em 2007 para 40,90% em 2023. As demais unidades da federação que também produzem pó de carnaúba no país são: Maranhão, com 367 toneladas (2,3%); Rio Grande do Norte, com 350 toneladas (2,2%); e Paraíba, com 16 toneladas (0,11%)

Em 2023, a produção piauiense apresentou uma queda de 1.564 toneladas (-15,3%) em relação ao ano de 2022, quando havia chegado a 10.252 toneladas. Por sua vez, o valor da produção também apresentou uma queda, tendo passado de R$ 148,1 milhões em 2022 para R$ 119,1 milhões em 2023, uma redução de R$ 29 milhões (-19,5%). A queda no valor da produção deveu-se a dois fatores: a diminuição na quantidade produzida e a redução do valor pago pela tonelada do produto, que em 2022 era de R$ 14.450,74 e passou a R$ 13.717,87 em 2023. No Brasil, o valor da produção de pó de carnaúba apresentou uma queda de 19,6%, tendo passado de R$ 260,6 milhões em 2022 para R$ 209,5 milhões em 2023.

Fonte: Cidadeverde

 

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