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Operação coíbe prática ilegal do “Grau” e apreende motos irregulares em Campo Maior

A Superintendência de Operações Integradas (SOI) realizou, na tarde deste domingo (09), uma operação para coibir manobras perigosas conhecidas como "Grau" na cidade de Campo Maior. A prática ilegal ocorreu durante um encontro amplamente divulgado nas redes sociais, reunindo dezenas de pessoas.

De acordo com o superintendente de Operações Integradas, delegado Matheus Zanatta, menores de idade foram flagrados realizando manobras arriscadas, e diversas motocicletas sem placas ou com sinais de adulteração foram apreendidas.

"A Secretaria de Segurança Pública não irá tolerar essa prática ilegal, que viola o Código de Trânsito e coloca vidas em risco. Operações de combate a essa irregularidade serão contínuas e realizadas em outras cidades. É importante ressaltar que o 'Grau' contribui para a superlotação dos hospitais, já que condutores irresponsáveis acabam ocupando vagas que deveriam ser destinadas a outras pessoas que necessitam de atendimento médico", destacou Matheus Zanatta.

O organizador do evento e as pessoas responsáveis por permitir o uso de veículos por menores de idade foram conduzidos à delegacia. Além disso, um homem foi preso por estar em posse de uma motocicleta roubada, e um simulacro de arma de fogo foi apreendido.

"A maioria dos participantes não utilizava itens obrigatórios, como o capacete, que é essencial para salvar vidas. Muitas motocicletas estavam irregulares, e essa prática não será aceita. O Piauí é um dos estados com maior índice de mortes de motociclistas jovens e do sexo masculino devido a condutas irresponsáveis como o 'Grau'. Por isso, a Secretaria de Segurança Pública, por meio de todas as suas instituições, combaterá essa prática de forma rigorosa no estado", afirmou o diretor de Operações de Trânsito da SSP, Fernando Aragão.

A operação contou com o apoio da Polícia Civil, Polícia Militar, Força Estadual Integrada de Segurança Pública (FEISP), Diretoria de Operações de Trânsito (DOT), Diretoria de Inteligência da SSP, Diretoria de Inteligência da Polícia Civil, Delegacia Seccional de Campo Maior, Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Conselho Tutelar de Campo Maior.

 

Fonte:Cidadeverde

 

Homem é preso em Parnaíba por atraso de pensão alimentícia e acumular débito de R$ 21 mil

Um homem de 43 anos, identificado pelas iniciais E. M. S. L., foi preso nesta sexta-feira (7) no bairro Baixa da Carnaúba, em Parnaíba, por atrasar o pagamento de pensão alimentícia determinada judicialmente. O débito acumulado chega a quase R$ 21 mil.

Foto: Roberto Araújo/Cidadeverde.com

A prisão foi efetuada por agentes da 2ª Delegacia Seccional de Parnaíba, após o cumprimento de um mandado expedido pela Justiça. Conforme a Polícia Civil, casos de inadimplência no pagamento da pensão podem levar à detenção do devedor.

“O atraso de uma só prestação alimentícia, compreendida entre as três últimas atuais devidas, já é hábil a autorizar o pedido de prisão do devedor. Se você deve pensão alimentícia pague em dia para evitar o constrangimento legal da prisão”, pontuou o delegado Ayslan Magalhães. 

O valor da pensão alimentícia é atualizado com base no salário mínimo ou no salário do devedor. “Se sua condição financeira aumentou ou reduziu, solicite a revisão da pensão, mas não deixe de cumprir com sua obrigação”, concluiu a autoridade policial. 

 

Fonte:Por Breno Moreno/Cidadeverde

Em menos de 24 horas, Polícia Militar prende suspeitos de arrastão a comércios em cidade do Piauí

A Polícia Militar do Piauí, através da Força Tática do 12º Batalhão, realizou na tarde desta terça-feira (04), a prisão de dois indivíduos suspeitos de envolvimento em roubos a dois comércios no povoado Cachoeirinha, no município de Domingos Mourão. Uma arma, celulares e motos roubadas, além de uma quantia de dinheiro foram apreendidos na ação.


O tenente-coronel Valter, comandante do 12º Batalhão, explicou que após os crimes, os suspeitos se esconderam em uma área de mata da região. As equipes fizeram o cerco e após horas de buscas, a dupla foi presa.


“Fomos acionados através da aviadora do GPM de Domingos Mourão, que entrou em contato via rádio com as viaturas de Pedro II e de Piripiri. Fizemos o cerco logo para que eles não pudessem sair na BR-222, que liga Piripiri a divisa com o Ceará. Eles ficaram na área dentro ainda do povoado, área de mata. Cercamos, passamos a noite toda a madrugada e na manhã de hoje conseguimos realizar a prisão dos mesmos”, disse.

 

O comandante destacou a ação rápida da Polícia Militar, que em menos de 24 horas prendeu os suspeitos e recuperou parte dos valores subtraídos. Cerca de R$ 1170 foram apreendidos com os presos, além de uma pistola 9.mm de carregador alongado.


“Recuperamos uma pistola com um carregador alongado. Uma quantidade de dinheiro que foi roubado dos comércios, duas motos; uma que foi utilizada para resgate e a outra já tinha sido abandonada por outro meliante, que ia fazer também o resgate. Estamos ainda em diligência porque falta pegar ainda mais, prenderam mais dois, eram dois para fazer o resgate, mais dois que cometeram o crime. Vamos continuar ainda nas diligências para tentar localizar os mesmos. A Polícia Militar deu uma resposta rápida a essa ação criminosa que foi praticada no município de Domingos Mourão”, completa.


Os presos e todo o material apreendido foram encaminhados para a delegacia da região para os procedimentos cabíveis.

Envenenados: defesa de vizinha que teve casa incendiada pede extinção do processo e quer indenização de R$ 300 mil

A defesa de Lucélia Maria da Conceição Silva, 53 anos, que chegou a ser presa e teve a casa destruída pela população após ser suspeita de matar duas crianças envenenadas com cajus, vai processar o Estado por danos morais e materiais. O valor calculado até agora pelo advogado gira em torno de R$ 300 mil. O caso aconteceu em Parnaíba (a 340 km de Teresina).

Foto: Roberto Araujo / Cidadeverde.com

O advogado Sammai Cavalcante, que faz a defesa de Lucélia, informou ainda que pedirá a antecipação do julgamento para ser solicitada a extinção do processo. 

No total, a polícia investiga oito mortes por envenenamento. Estão presos Francisco de Assis Pereira da Costa, 53, desde 8 de janeiro, e a mulher dele, a dona de casa Maria dos Aflitos da Silva, 52, desde o dia 31.

Maria dos Aflitos é avó de cinco dos mortos, todos crianças, e mãe de dois dos adultos. Ela confessou, segundo a polícia, ter matado no dia 22 de janeiro com café envenenado uma outra vizinha, Maria Jocilene da Silva, 41. A dona de casa acusa o marido de ter matado os integrantes da família. Francisco nega os crimes.

O advogado Sammai Cavalcante informou que Lucélia Silva vive com medo e evita sair na rua. Antes em casa própria, hoje precisa arcar com aluguel de R$ 400, que paga com a aposentadoria, de um salário mínimo.

O secretário estadual de Segurança, Chico Lucas, disse que Lucélia tem o direito de pedir indenização, o que será avaliado pela Justiça. Ele disse ainda que a prisão preventiva, no caso dela, é um instrumento legal da polícia.

A vida de Lucélia mudou radicalmente no dia 23 de agosto do ano passado quando foi acusada de envenenar duas crianças, um de 7 anos e outro de 8 anos, seus vizinhos.

No dia da prisão, a polícia encontrou veneno no quarto de Lucélia. No mesmo dia, o marido, que tem deficiência visual, e o filho de Lucélia tiveram que chamar a polícia, pois a casa dela foi apedrejada e incendiada.

Ela passou quatro meses e 20 dias na Penitenciária Feminina em Teresina e só foi solta após perícia constatar que os meninos não foram envenenados com cajus.

Foto: Roberto Araújo/Cidadeverde.com

Segundo a polícia, as frutas foram recolhidas para serem analisadas no dia do envenenamento, mas o resultado do exame demorou mais de quatro meses para sair.

O Departamento de Polícia Científica do Piauí alegou falta de insumos, porque o laboratório de toxicologia de Teresina era recém-inaugurado. De acordo com a polícia, os meninos foram intoxicados com suco.

O advogado de Lucélia informou que pediu ao Ministério Público do Piauí a antecipação do julgamento e a dispensa de produção de provas testemunhais.

"Lucélia Maria é 100% inocente e passou por uma experiência brutal na cadeia com ameaças de morte. Vamos pedir a extinção do processo, pois não existe a necessidade de produção de provas com a confissão de Maria dos Aflitos e a prisão de Francisco de Assis", disse Sammai Cavalcante.

Sobre o veneno encontrado na casa da aposentada, Sammai disse que é hipocrisia da polícia, pois é frequente os moradores de Parnaíba usarem o produto para matar ratos, formigas e cupins.

Desde que deixou a prisão, há 23 dias, Lucélia disse que ainda não saiu na rua. "Eu fico com medo de andar pelas ruas porque me ameaçaram até de arrancar minha cabeça fora. Eu não sai na rua nenhuma vez ainda", disse ao Cidadecerde.com.

O Ministério Público marcou para o dia 17 de março a audiência de conciliação e julgamento do caso de Lucélia.

Entenda o caso

Francisco de Assis Pereira da Costa foi detido sob a suspeita de envenenar com arroz oito pessoas, entre familiares e vizinhos, durante almoço no dia 1º de janeiro. Dois sobreviveram.

A polícia constatou que as vítimas foram intoxicadas com pesticida, veneno usado em plantas e para matar ratos.

Francisco de Assis morava na mesma casa dos irmãos mortos em agosto e vivia com a avó dos meninos, Maria dos Aflitos.

Em um intervalo de cinco meses, de agosto de 2024 a janeiro de 2025, dez pessoas foram envenenadas na casa de Maria dos Aflitos, que era proprietária de uma residência de quatro cômodos onde viviam 13 pessoas, entre filhos e netos.

Oito dos envenenados morreram, sendo cinco irmãos pequenos, um deles um bebê de um ano e oito meses. Além disso, morreram a mãe das crianças, Francisca Maria da Silva, e o irmão dela, Manoel Leandro da Silva, 18, que são filhos de Maria dos Aflitos.

Ao ser presa e admitir a morte da vizinha, Maria dos Aflitos então passou a dizer que Francisco tinha comprado o produto e envenenado todos.

 

Fonte:Por Yala Sena/Cidadeverde

Idosa é vítima de violência sexual em Esperantina; suspeito é preso e liberado após audiência de custódia

Uma idosa de 77 anos foi vítima de violência sexual na noite da última sexta-feira (31/01), no bairro Morro da Chapadinha, na cidade de Esperantina (PI). Segundo informações apuradas pelo RevistaAZ, o suspeito, identificado apenas como João, invadiu a residência da vítima enquanto ela estava desacompanhada e cometeu o crime.

 

O delegado Arão Lobão confirmou à reportagem que o homem foi localizado e preso pela Polícia Civil, sendo encaminhado à Delegacia Seccional para os procedimentos legais. A delegada plantonista lavrou um Auto de Prisão em Flagrante (APF) e solicitou a prisão preventiva do acusado. No entanto, durante a audiência de custódia, o juízo determinou o relaxamento da prisão, liberando o suspeito.

Ainda segundo o delegado, a liberação do suspeito não impede que novas medidas sejam tomadas conforme o avanço das investigações da Polícia Civil do município.

Após a soltura do indivíduo, o caso gerou revolta entre os familiares da idosa. Segundo eles, a decisão aumentou o medo e a insegurança em relação ao suspeito, que agora responde ao processo em liberdade.

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